Um dos meios mais eficientes de se ter uma marca ligada ao entretenimento é trabalhá-lo na forma de plataformas.
Essas plataformas nada mais são do que aglomerados de conteúdos do mesmo estilo, como shows de MPB, rock, espetáculos para a família, música internacional, vozes femininas, shows de artes performáticas, etc.
Em 2007 a Visa trabalhou uma plataforma de patrocínio baseado no conceito de família, da qual faziam parte os shows do Blue Man Group, do Slava Snowshow e o Disney on Ice, tendo assim a oportunidade de ativar milhares de pessoas de sua base de clientes através de conteúdos desejados.
A repetição da mesma estratégia de patrocínio faz, com o passar do tempo, com que marca seja reconhecida como a “proprietária” do segmento de show. Veja o exemplo do cigarro Free, que virou sinônimo de festival após a realização de diversas edições, deixando um importante legado para seu sucessor, o Tim Festival.
Outras marcas, como o Bradesco, estão criando bandeiras próprias para divulgar suas plataformas de patrocínio, como o Prime Arts, que agrega musicais, Cirque du Soleil, entre outros conteúdos de alto valor percebido.
A Oi é outro exemplo de empresa que trabalha parte da sua estratégia de patrocínio na forma de plataformas. A empresa divide seus recursos em quatro segmentos distintos: Entretenimento (Oi Noites Cariocas, Oi Casagrande), Cultura (Oi Futuro), Moda (Oi Fashion Tour e Fashion Rio) e Esporte (patrocínio de atletas e de eventos esportivo) além de outras ações pontuais, que somadas a estratégia de comunicação da marca, reforçam o posicionamento da empresa.
As marcas devem buscar conteúdos que tenham a ver com a imagem que a marca deseja para si, bem como os produtores devem oferecer plataformas adequadas afim de solucionar problemas e não causá-los.