O maior evento de música eletrônica da América Latina, e o principal evento proprietário do país, dá mais um passo em direção à integração de sua comunicação, criando um relacionamento de mais de cinco meses entre a marca e seus consumidores, utilizando diferentes mídias e abordagens.
O grande problema de um festival é a efemeridade. Geralmente o buzz em torno do evento começa um ou dois meses antes dele acontecer, e tem seu pico entre o momento em que os ingressos começam a ser vendidos e o dia do show, antes e depois disso, nada. Os milhões investidos não são maximizados para um grande retorno para a marca por um longo período.
Mas a Skol, junto com a B/Ferraz, criou uma fórmula para despertar o desejo no consumidor-target do Skol Beats 2008 muito antes dele acontecer, mobilizando-os a fazer parte da escolha do line-up, do local e o tamanho que o festival deve ter em sua edição 2008.
Apoiado em time de curadores insiders da cena musical mundial como Lucio Ribeiro, Mixhell, Leo Madeira, entre outros, a edição deste ano tem tudo para mudar o modo com que os eventos proprietários são realizados no Brasil.
Em um momento de discussões acaloradas sobre a integração on-off da comunicação com os consumidores, bem como a criação de movimentos culturais em torno das marcas, a Skol e a B/Ferraz demonstram que estão ligados no que está rolando no mundo da comunicação de marca, fazendo com que o Skol Beat vá além do já manjado pessoas+tendas+DJs+VJs.
Agora o que resta é aguardar os próximos movimentos da marca, para saber se a execução será efetiva o suficiente para mudar o patamar do evento, já que a idéia é muito, muito boa mesmo.
2 respostas até agora ↓
silvio // Maio 29, 2008 às 7:17 pm |
Olá, peguei emprestado esse link para ilustrar uma post meu sobre eventos proprietários. Mas não se preocupe que coloquei a devida autoria e convidei para uma visita ao seu site que está muito bom. Coloquei no meu bookmark! Abraços.
Marcos // Junho 3, 2008 às 5:17 pm |
Ridiculo dizer que o Skol beats é o maior evento proprietário. Sempre quis ser uma cópia do TIM FESTIVAL sem nunca conseguir chegar aos pes do Tim Festival